O texto analisa a situação de crianças e adolescentes em situação de rua no Brasil como reflexo de um processo histórico excludente, enraizado na escravidão e no racismo estrutural. A obra introduz o conceito de “sujeitos indesejáveis” para descrever jovens negros e pobres, majoritariamente marginalizados por políticas públicas que historicamente tratam a pobreza como caso de polícia, em meio ao aprofundamento das desigualdades pelo modo de produção capitalista.
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